segunda-feira, 23 de abril de 2007

Jay-Jay Johanson @ Clinic :: Alcobaça :: 21 Abril 2007

Viva o Jay-Jay Johanson!, é o que eu me apetece dizer antes de escrever o que quer que seja. No sábado, dia 21 Abril 2007, fez-se história em Alcobaça! Felizes aqueles que como eu assistiram a um magnifico concerto de quase 2 horas! Coitados dos outros! É caso para dizer igualmente; Viva o Clinic, por mais uma vez nos ter proporcionado um excelente e memorável concerto!
Jay-Jay Johanson, fez-se acompanhar em formato semi-acústico apenas por Erik Jansson (Keyboards), companheiro de longa data. Não foram as 2 datas, que já tinha tido nos dias anteriores no nosso país (19 de Abril, Lisboa e 20 de Abril, Porto) que fizeram com que Jay-Jay Johanson encurtasse o concerto dessa noite, antes pelo contrário, houve uma altura em que disse, se continuássemos a bater palmas da forma efusiva com que o estávamos a fazer iríamos ter que os “aguentar” durante muito tempo e foi isso mesmo que aconteceu, o concerto durou 2 horas, sentindo-se a cada música que passava uma proximidade cada vez maior entre o publico e Jay-Jay Johanson. Sinceramente, acho que essa proximidade não é muito difícil de se estabelecer com Jay-Jay Johanson, lembro-me por exemplo do primeiro concerto que assisti dele, no Campo Pequeno, na altura do tão aclamado “Whiskey”, durante a tarde, enquanto esperávamos pelos grupos que iriam tocar em primeiro lugar, apareceu na Arena, onde esteve a distribuir autógrafos e a falar com quem quisesse, numa postura completamente low profile.



Voltando ao concerto, que mais tempo teria decorrido, não fosse a garganta que começava já a manifestar-se. Houve tempo para tudo, a apresentação de algumas músicas do seu novo álbum, assim como “versões” semi-acústicas/electrónicas de todos ou quase todos os grandes momentos da sua carreira; On The Radio, Keep It a Secret, Even in the Darkest Hour, Quel Dommage, Milan. Madrid. Chicago. Paris., She's Mine But I'm Not Hers, Friday at Rex, So Tell The Girls That I Am Back In Town, The Girl I Love Is Gone, I'm Older Now, que se tornaram ainda mais intensas, acho eu, talvez devido ao formato como foram apresentadas.
Depois de algum tempo sem ouvir nada do Jay-Jay Johanson, no sábado á noite pensei e senti que aquelas músicas que estava a ouvir naquele momento eram intemporais, já tinham sido muito boas, eram muito boas e vão para todo o sempre ser muito boas.


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